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23 de agosto de 2012
17 de agosto de 2012
Pará tem pior Ideb do Ensino Médio no Brasil
Terça-Feira, 14/08/2012, 17:35:55 - Atualizado em 14/08/2012, 19:02:48
O Estado do
Pará teve a menor nota do Ensino Médio no Ideb (Índice de
Desenvolvimento da Educação Básica) entre 2009 e 2011. É o que mostram
os dados divulgados hoje (14) pelo Ministério da Educação (MEC).
Além do Pará, Acre, Maranhão, Espírito
Santo, Alagoas, Paraná, Paraíba, Bahia e Rio Grande do Sul taambém
tiveram o índice reduzido.
Das três etapas avaliadas pelo Ideb, o Ensino Médio é a que apresenta desempenho mais tímido – mesmo atingindo as metas, a “nota” para essa etapa sobe apenas 0,1 ponto no indicador desde 2007.
Em 2009, o Ideb para o Ensino Médio foi de 3,6 – com acréscimo de 0,1 ponto sobre a meta. Em 2011, o resultado foi exatamente igual a projeção. Se continuar nesse ritmo, dificilmente o ensino médio conseguirá escapar da “nota vermelha” na avaliação de 2013, quando tem que crescer 0,2 pontos e chegar a 3,9.
Outros sete Estados continuaram com o mesmo resultado da última avaliação. Sendo assim, apenas onze unidades da federação tiveram crescimento na nota.
Das três etapas avaliadas pelo Ideb, o Ensino Médio é a que apresenta desempenho mais tímido – mesmo atingindo as metas, a “nota” para essa etapa sobe apenas 0,1 ponto no indicador desde 2007.
Em 2009, o Ideb para o Ensino Médio foi de 3,6 – com acréscimo de 0,1 ponto sobre a meta. Em 2011, o resultado foi exatamente igual a projeção. Se continuar nesse ritmo, dificilmente o ensino médio conseguirá escapar da “nota vermelha” na avaliação de 2013, quando tem que crescer 0,2 pontos e chegar a 3,9.
Outros sete Estados continuaram com o mesmo resultado da última avaliação. Sendo assim, apenas onze unidades da federação tiveram crescimento na nota.
Alunos precisam chegar mais cedo ao ensino médio
“O ensino médio sofre de carências que vêm se acumulando, principalmente com a população mais pobre. A falta de um padrão mínimo de qualidade também atinge essa etapa escolar”, afirma Luiz Araújo, colaborador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. Para ele, problemas de infraestrutura, formação de professores e falta de investimentos são possíveis causas do baixo desempenho no ensino médio.
“O ensino médio sofre de carências que vêm se acumulando, principalmente com a população mais pobre. A falta de um padrão mínimo de qualidade também atinge essa etapa escolar”, afirma Luiz Araújo, colaborador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação. Para ele, problemas de infraestrutura, formação de professores e falta de investimentos são possíveis causas do baixo desempenho no ensino médio.
Melhorar o fluxo escolar é essencial,
segundo Araújo, fazendo com que os alunos cheguem mais cedo ao ensino
médio. "O ensino médio tem muitos problemas de matrículas, porque
muitos alunos estão presos no ensino fundamental. As pessoas não
conseguem entrar no ensino médio e, quando entram, os mais pobres
também não conseguem terminar essa etapa", afirmou.
Segundo ele, muitos jovens que entram
atrasados no ensino médio precisam estudar no período noturno e dividir
a atenção entre escola e trabalho. Esse fato acaba interferindo na
qualidade do ensino e na evolução dos indicadores de desempenho, como o
Ideb. “Não é possível um jovem trabalhar oito horas por dia e ter um
bom desempenho escolar. O aluno precisa estar muito motivado e a escola
tem que ser atrativa, para que o jovem fique por mais quatro horas
nela e tenha bom desempenho”, disse Araújo.
Evolução por rede
Além da meta geral, o Ideb também apresenta
metas separadas para as redes pública e privada. Nesse caso, a rede
particular teve resultado abaixo do esperado, alcançando 5,7 pontos,
quando a meta era 5,8. A rede pública ficou em cima da projeção de 3,4.
Enem por escola
Diferentemente da avaliação para os anos
iniciais (1º ao 4º anos) e finais (5º ao 9º anos) do ensino
fundamental, o Ideb para o ensino médio é feito de maneira amostral e,
por isso, não são divulgados resultados por municípios e escolas.
Outro indicador usado para avaliar o desempenho do Ensino Médio é o Enem por Escola, feito com base nas notas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). (DOL, com informações do Uol)
Outro indicador usado para avaliar o desempenho do Ensino Médio é o Enem por Escola, feito com base nas notas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). (DOL, com informações do Uol)
Extraído de: http://www.diarioonline.com.br:81/noticias-interna.php?nIdNoticia=215023&preview=S
A
luta pela garantia de direitos e o combate ferrenho contra um governo
que continua desmoronando a estrutura educacional do Pará são pontos
importantes da campanha salarial 2012. O SINTEPP não se cansa em
batalhar pela valorização de cada trabalhador/a, há quase 30 anos.
- 21 DE AGOSTO – Marcha Estadual da Educação – concentração no CAN em direção ao CIG (Av. Nazaré) - Belém;
- 31 DE AGOSTO – Assembleia Geral da Rede Estadual.
- 05 DE SETEMBRO – Marcha Nacional da Educação, Brasília - DF.
- 08 DE SETEMBRO – Assembleia Geral Municipal.
Coordenação de Comunicação.
14 de agosto de 2012
CONSTRUIR A MARCHA EM DEFESA DA EDUCAÇÃO
Ao longo dos últimos cinco
anos, os ataques do governo do estado aos direitos dos/as
trabalhadores/as da educação foi uma prática constante, orquestrada e
sistemática, com o objetivo não apenas de tentar enfraquecer o nosso
sindicato, retirando direitos e protelando árduas conquistas de nossa
categoria, mas principalmente de atingir um direito básico e muito caro à
população pobre de nosso estado: a educação pública.
Em 2011, fomos mais uma vez
forçados a radicalizar na luta para garantir a efetivação do PCCR e o
pagamento do Piso Salarial, entretanto o governador Jatene (PSDB),
jogando para a sociedade anunciou, em setembro daquele ano, a
“implantação” do plano e o “adiantamento” de 30% da diferença que
faltava do piso. Ainda hoje, questões importantíssimas da lei não foram
resolvidas: a regulamentação dos abonos pecuniários e das aulas
suplementares, a aprovação de uma lei específica estabelecendo o SOME e a
inclusão das várias categorias de profissionais da educação no referido
plano. Some-se a isso o fato do governo ter mudado, unilateral e
autoritariamente, a base de cálculo da remuneração dos/as servidores/as,
o que provocou uma série de equívocos e problemas que perduram até
hoje.
As propostas do governo foram
categoricamente rejeitadas pela nossa categoria, cansada de ser
desvalorizada e responsabilizada pela processo de precarização e
sucateamento da educação pública no Pará. As negociações não avançaram e
a greve tornou-se inevitável. Foram mais de 50 dias de paralisação que
frearam o ímpeto do governo tucano de debitar na conta do SINTEPP, o seu
descompromisso com a educação pública.
Este ano o governo Jatene
(PSDB), partindo da premissa de que “a melhor defesa é o ataque”,
desferiu um forte golpe ao processo de negociação que vinha sendo
encaminhado, à própria lei que estabelece o PCCR e, por conseguinte, à
nossa categoria, ao retirar do nosso contracheque o abono do FUNDEB, sob
o pretexto de pagar o piso salarial de 2012. Mais uma tentativa em vão
de ludibriar os/as educadores/as, cuja história de organização e
combatividade é a essência da própria existência do SINTEPP, marcada nas
lutas e na defesa intransigente de nossos direitos e conquistas.
Percebendo a ineficácia de sua tática, o governo apostou então na
embromação ao propor um calendário de discussão para encaminhar as
pendências do plano, empurrando com a barriga a resolução, para o fim do
ano, talvez com medo do debate acerca das aulas suplementares.
Leia mais em: http://sintepp.org.br/v2011/index.php
10 de agosto de 2012
REUNIÃO ORDINÁRIA DA COORDENAÇÃO
Edital de Nº: 007/2012 – AGOSTO
De: Coordenação Geral – CG
Assunto: Reunião de Coordenação
Ilustríssimos/as
Senhores/as,
Com os nossos cordiais cumprimentos, a Coordenação Geral do SINTEPP – Subsede
de Parauapebas, no uso das suas atribuições de direito que lhe compete e
confere estatutariamente, vimos através deste informar a todos/as os/as Coordenadores/as que
no dia 13 de agosto (segunda-feira) de 2012 as 16:00 hs acontecerá uma reunião da coordenação com a
seguinte pauta:
- PCCR APROVADO
- ASSEMBLÉIA GERAL/ESTADUAL E MUNICIPAL
- CURSOS
- REFORMA SUBSEDE
- LOTES PARA CONTRATADOS
- O QUE MAIS HOUVER.
Endereço: Rua Nova República nº 09 Bairro: União.
Att,
Fábio Alves
Coord. Comunicação
RESULTADO FINAL DAS ELEIÇÕES ESTADUAIS PARA A COORDENAÇÃO
No último dia 04/08 (sábado), a comissão eleitoral homologou e referendou no
Conselho Estadual de Representantes – C.E.R o processo eleitoral do SINTEPP. A
demora em definir o processo, deveu-se ao período de ferias da categoria (mês
de julho) que impossibilitou diversas subsedes enviarem o material
necessário (atas de apuração e listas de votantes) para a comissão.
Por não apresentarem documentação comprobatória da
realização da eleição (atas de apuração e listas de votantes), foram
invalidadas votações das subsedes de: Curralinho, Salvaterra, Limoeiro do
Ajurú, Alenquer, Almerim, Belterra, Curuá, Monte Alegre, Óbidos, Prainha,
Rurópolis, Trairão, São João do Araguaia e Agua Azul do Norte.
Por tanto, o resultado final das eleições ficou assim
distribuído:
Chapa 1- A chapa da categoria (APS, CST e independentes):
62% ;
Chapa 2- Luta educador (CONLUTAS): 9,55% ;
Chapa 3- SINTEPP de cara nova (CTB): 8,05% ;
Chapa 4- Educação com compromisso pela categoria (CUT):
12,70 ;
Chapa 5- Independentes (Regional Oeste): 7,82%
Após
o expurgo das chapas que não obtiveram o mínimo de 10%, apresentamos o resultado final,
Chapa 1- 83% e Chapa 4- 17%.
Veja o resultado final em: http://sintepp.org.br/arquivos/resultado_final.pdf
Comissão Eleitoral
3 de agosto de 2012
17 de julho de 2012
Para a CNTE o Valor do Piso é R$ 1.937,26
- A CNTE orienta as suas entidades filiadas que lutam pela implantação do Piso Salarial Profissional Nacional, que o processo de negociação com os governos inicie com o valor defendido pela CNTE de R$ 1.937,26 como vencimento inicial na carreira.
- A CNTE reivindica o cumprimento integral da lei com 1/3 da jornada seja destinada para a hora atividade.
- O valor do piso deve ser aplicado para as jornadas de trabalho que estão instituídas nos planos de carreira de estados e municípios.
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