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9 de junho de 2017
O SINTEPP ALERTA QUE AÇÕES ISOLADAS PODEM ATRASAR A LIBERAÇÃO DO PRECATÓRIO DO FUNDEF/FUNDEB
O SINTEPP - Subsede Parauapebas, vem por meio de sua Coordenação Geral, esclarecer a categoria que não há nenhuma dúvida com relação ao acordo do precatório. Tudo já foi esclarecido em assembleia e nas escolas por onde passamos. O que está acontecendo é que um grupo de professores que não concordam com o que foi deliberado em Assembleia, está tentando de forma isolada e irresponsavelmente, atrapalhar a liberação do precatório. É lamentável a mediocridade e falta de bom senso por parte dessa "comissão" que não tem legitimidade para falar em nome da categoria e muito menos para desrespeitar uma decisão de Assembleia Geral.
É inadmissível que no meio da nossa categoria tenham pessoas que pensem de forma tão mesquinha. Essas pessoas que estão atacando a Coordenação do SINTEPP não resolveram os problemas trabalhistas da categoria quando tiveram a oportunidade de resolver, por isso estão tentando confundir a categoria quanto ao rateio do precatório e enfraquecer o SINTEPP que vem fazendo o seu trabalho com muita responsabilidade para garantir os direitos dos trabalhadores do magistério.
Aproveitamos para divulgar o resultado do trabalho dessa coordenação. Informamos que dois decretos serão assinados ainda hoje pelo Prefeito Municipal. Um diz respeito a suspensão das faltas da greve de 2012 que estava inviabilizando a progressão horizontal de centenas de professores. O outro é o cumprimento do estágio probatório de professores com mais de três anos de efetivo exercício na função do magistério no município que até hoje ainda não tiveram a sua avaliação concluída.
Além disso, estamos trabalhando para garantir a revisão do nosso PCCR (Plano de Cargos, Carreira e Remuneração) para garantir os direitos de todos os trabalhadores da educação. O projeto de eleição para escolha das direções das escolas está sendo elaborado e depois que for submetido ao Conselho Municipal de Educação, será encaminhado para aprovação da Câmara Municipal de Parauapebas ainda este semestre.
Portanto, o SINTEPP reafirma o seu compromisso com a categoria e repudia esse "grupesco" que estão agindo de má fé e contra as nossas conquistas.
31 de maio de 2017
JUSTIÇA DETERMINA QUE O GOVERNO DO ESTADO ENCAMINHE O PCCR UNIFICADO DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO À ALEPA ATÉ SETEMBRO
A decisão foi tomada pelo
Presidente do Tribunal de Justiça do Pará (TJE), Desembargador RICARDO FERREIRA
NUNES, em 31/05/2017.
Entenda a decisão: Em
19/11/2013, o Estado do Pará e o SINTEPP firmaram acordo pondo fim à greve
daquele ano, o qual foi homologado pelo Desembargador Relator RICARDO FERREIRA
NUNES na mesma data. Segundo o item 3 da CLAUSULA PRIMEIRA, o ESTADO DO PARÁ se
comprometeu a realizar estudos e proposições para que fosse encaminhado projeto
de Lei à Assembleia Legislativa até MARÇO de 2014, referente ao PCCR unificado
dos trabalhadores em educação da rede estadual. A sentença que homologou o
acordo transitou livremente em julgado. Contudo, ao final do prazo
estabelecido, o ESTADO DO PARÁ não cumpriu com essa obrigação.
O SINTEPP apresentou pedido
de cumprimento da decisão que homologou o referido acordo.
O ESTADO DO PARÁ alegou que
não descumpriu o acordo porque editou dois decretos de contenção de despesas
(Decretos 1.347/15 e 33.098/16), os quais teriam suspendido a adoção de medidas
por parte da Administração que implicassem em aumento de despesa.
O SINTEPP, após ter sido
intimado a se manifestar sobre as alegações do ESTADO DO PARÁ, requereu o
imediato cumprimento do item em questão, bem como a adoção de providências
legais cabíveis aos responsáveis pela violação do mesmo.
Inicialmente, o
Desembargador Relator, levando em consideração o exato teor do item 3 da CLAUSULA
PRIMEIRA do acordo, destacou que “(...) a intenção das partes ao celebrarem o
acordo em comento consistia na efetiva elaboração do PCCR, e não somente a
constituição de comissão paritária para realizar estudo acerca do aludido plano
(...)”. Partindo dessa premissa, observou que “(...) não houve efetivo
cumprimento da obrigação imposta ao Estado do Pará, uma vez que o PCCR
unificado não foi implementado.”
Adentrando no mérito dos
motivos alegados pelo ESTADO DO PARÁ para não ter dado cumprimento ao acordo, o
Desembargador Relator entendeu pela impossibilidade de suspensão e/ou revogação
dos efeitos de uma determinação judicial por meio da edição de um ato administrativo
editado unilateralmente pelo chefe do Poder Executivo Estadual (DECRETO
EXECUTIVO), em data posterior ao referido provimento jurisdicional já
transitado em julgado (SENTENÇA HOMOLOGATÓRIA DE ACORDO).
Segundo a recente decisão, o
ESTADO DO PARÁ descumpriu INTENCIONALMENTE a sentença que homologou o acordo,
violando a boa-fé processual do SINTEPP.
Ao final, o Desembargador
RICARDO NUNES FERREIRA determinou que o ESTADO DO PARÁ cumpra o que fora
inicialmente acordado, estabelecendo para este desiderato que o mesmo constitua
comissão paritária (SINTEPP e GOVERNO) para que se dê prosseguimento aos
trabalhos que já haviam sido iniciados por comissões anteriores, no sentido de
que, no prazo de até 60 (sessenta) dias, sejam elaborados estudos e proposições,
a fim de garantir a elaboração do PCCR unificado de todos os trabalhadores em
educação pública do Estado, o qual será deverá ser encaminhado à ALEPA até o
último dia do mês de setembro de 2017.
Por fim, estabeleceu multa
diária de R$ 10.000,00 (dez mil reais) ao Estado do Pará em caso de
descumprimento, assim como destacou a possibilidade de aplicar multa pecuniária
diretamente ao agente público que descumprir a decisão em questão.
Assessoria Jurídica do
SINTEPP ESTADUAL
30 de maio de 2017
29 de maio de 2017
O SINTEPP REPUDIA OS INIMIGOS DA CATEGORIA E DA ESCOLA PÚBLICA.
A Coordenação do SINTEPP -
Subsede de Parauapebas vem a público repudiar os ataques covardes, caluniosos e
difamatórios, jogados irresponsavelmente nas redes sociais, por pessoas
desqualificadas e mal intencionadas, que estão atuando no intuído exclusivo de
desqualificar as nossas conquistas e dividir a nossa categoria.
Para essas pessoas a
categoria dividida e duvidando do seu sindicato, fica mais fácil fazer
conchavos com o governo e voltar a ocupar espaço de "aspones" no
morro dos ventos.
É muito importante para essa
coordenação que a categoria fique esclarecida sobre o que está por trás desses
comentários sem fundamento que estão jogados anonimamente nas redes sociais.
Primeiro.
Quem está fazendo essa "rede de intrigas" é o grupo que ficou 6 anos à
frente da coordenação da nossa subsede e acumulou uma dívida irreparável no que
diz respeito aos direitos trabalhistas dos educadores, e que essa nova
coordenação vem lutando incansavelmente para que esses direitos sejam
restabelecidos, como por exemplo as progressões funcionais de todos os
educadores, independente da função que ocupem.
Além disso, essa nova
coordenação está até hoje pagando dívidas deixadas pela coordenação passada,
que deixou a nossa subsede totalmente sucateada e sem credibilidade diante da
categoria e do comércio local.
Segundo. Em
pouco mais de um ano de gestão essa nova coordenação resgatou a credibilidade
da categoria que estava desanimada e sem esperança na luta. Garantimos a
aprovação no Conselho Municipal de Educação do calendário de 2017 sem nenhum
sábado letivo e feriados comprometidos.
Mesmo no governo Darci já
foram 4 paralisações que surtiram efeitos nas mesas de negociações. Não é
verdade que esta coordenação está vendida para esse governo, pelo contrário,
estamos todos os dias cobrando que os pontos acordados em mesa de negociação
sejam cumpridos, como: pagamento de todas as progressões devidas; revisão do
PCCR para garantir progressões a todos os educadores da rede municipal de
ensino; avaliação automática do estágio probatório de professores que tem mais
de três anos de atuação; eleição direta para direção das escolas; readaptação
dos professores em SD com todas as vantagens do magistério; aplicação de 1/3 de
hora atividade; equiparação do salário do diretor de escola infantil com o do
ensino fundamental; reajuste salarial e liberação da precatória do
FUNDEF/FUNDEB para ser investido 40% na manutenção do ensino, pagamento das
rescisões e 60% para pagamento e valorização dos professores.
Quem acha que é fácil
conseguir tudo isso em um curto prazo, não tem noção da luta sindical em nossa
região.
Terceiro. Com
relação ao reajuste salarial e o auxílio alimentação, quem participou da luta
acompanhou o empenho dos sindicatos para conseguir um reajuste melhor, todavia
o prefeito alegou a conjuntura financeira, que devido às dívidas deixadas pela
gestão e o rateio do precatório para justificar o reajuste que chegou, depois
de muita pressão, no valor de 8%. Como contraproposta, cobramos o pagamento de
1/3 de hora atividade que ficou para ser pago a partir de janeiro de 2018. Com
isso a hora atividade passará de 25 para 33% . O auxílio alimentação passará de
R$ 445,00 para R$ 600,00.
Quarto.
Avaliando a campanha salarial do SINTEPP no Estado do Pará, nenhuma Subsede
conseguiu chegar ao reajuste que nós chegamos. E olha que não fizemos o
churrasco na porta da prefeitura, mas distribuímos almoço na paralisação do dia
09/05/2017, e apesar da demora na aprovação dos reajustes na Câmara Municipal,
principalmente por conta dos vereadores que se declararam inimigos da categoria
e da escola pública, conseguimos garantir uma sessão extraordinária e se os
nossos contra cheques não saíram com o reajuste a culpa não é dos sindicatos,
mas do governo que mais uma vez descumpriu o acordo estabelecido em mesa de
negociação.
Quinto.
Sobre o precatório do FUNDEF/FUNDED a categoria só tomou conhecimento de sua
existência porque essa coordenação foi procurada por dois escritórios de
advocacia, um ligado ao SINTEPP e outro externo que nos informaram da
existência da ação e do que poderia acontecer caso o ex-prefeito colocasse as mãos
nesse dinheiro.
Naquela ocasião a categoria
aprovou que os advogados ligados ao SINTEPP entrassem com ação na justiça para
que 60% dessa verba fosse destinada ao grupo do magistério, conforme estabelece
a lei do FUNDEB. Não entendemos agora o motivo de tantos questionamentos!
Depois disso foram
realizadas mais duas assembleias e as decisões tomadas até aqui foram todas
referendadas pela categoria.
Sexto.
Mediante as calúnias e difamações publicadas em redes sociais, informamos que a
Subsede do Sintepp Parauapebas, através de sua coordenação de assuntos
jurídicos, procurou hoje, dia 29/05/2017, a Delegacia contra Crimes Virtuais e
registrou boletim de ocorrência para que esses bandidos virtuais sejam
investigados e punidos.
O momento atual é de ataques
aos direitos dos trabalhadores e principalmente aos sindicatos combativos
classistas, portanto não podemos em hipótese alguma entrar na onda de quem não
representa a categoria e muito menos na onda de um governo que foi dado pelo
povo, pela terceira vez a oportunidade de ser prefeito e fazer o melhor pela a
educação pública do nosso município.
Parauapebas- Pará, 29 de
maio de 2017.
Coordenação da Subsede do
SINTEPP - PARAUAPEBAS.
24 de maio de 2017
Informativo Sintepp Parauapebas
A Coordenação do Sintepp –
Subsede Parauapebas – comunica aos Trabalhadores da Educação da Rede Municipal
de Ensino que, na tarde de hoje 24 de maio de 2017, em sessão extraordinária
realizada na Câmara Municipal de Parauapebas, foram aprovados os projetos de
lei referentes ao reajuste salarial de 8% e auxílio alimentação de R$ 600,00.
Segundo o governo municipal,
a folha de pagamento desse mês já fora feita considerando esses reajustes e,
portanto, esse pagamento já será efetuado tanto com os reajustes já mencionados,
quanto com seus respectivos retroativos referentes ao mês de janeiro.
Esta coordenação agradece a
colaboração da vereadora Eliene Soares, que participou de todas as mesas de
negociação, assim como se empenhou para que os reajustes fossem aprovados o
quanto antes.
Ressaltamos ainda que
repudiamos as posturas dos vereadores Ivanaldo Braz, Zacarias, Pavão e Joelma
Leite, que vem atacando os sindicatos e afirmaram que ficariam felizes
em aprovar um reajuste maior para os servidores municipais.
Ressaltamos que nós também,
enquanto sindicatos, gostaríamos de avançar mais nesses valores, e que, se
esses vereadores tivessem participado das mesas de negociação e como,
fiscalizadores do executivo, tivessem nos munido de elementos concretos, com
certeza os avanços seriam mais significativos. Porém, não foi o que ocorreu,
pois nenhum deles se dispôs a colaborar com os sindicatos e agora querem posar
de bonzinhos.
Enfatizamos ainda, que no
ano passado, esses mesmos vereadores já haviam se recusado a votar nossos reajustes,
o que configura que não são representantes dos trabalhadores, pois é uma
prática recorrente.
Esta coordenação ratifica
seu compromisso com a causa dos Trabalhadores da Educação e garante que está
muito tranquila quanto à forma transparente e participativa que se deu todo o
processo.
A luta continua, pois o
sindicato não é sazonal.
Coordenação Geral
Subsede de Parauapebas
19 de maio de 2017
Nota de Pesar
Foi com grande pesar que o Sintepp, Sub Sede de Parauapebas recebeu a notícia de falecimento da Educadora Maria Da Guia Fernandes, ou carinhosamente, Da Guia, para aqueles colegas de trabalho que a conheceram mais de perto.
Passou por várias escolas de Parauapebas como Jean Piaget, Terezinha de Jesus, Ruth Rocha, entre outras sempre deixando uma marca de competência, profissionalismo e amizade.
Excelente pessoa, profissional dedicada e determinada.
Deixará muitas saudades por onde passou e plantou uma semente de amizade.
Que Deus possa confortar a família e conceder força nesse momento tão difícil.
A Educação de Parauapebas está de Luto.
14 de maio de 2017
16 de abril de 2017
Feliz Páscoa!
O Sintepp, Sub Sede de Parauapebas deseja a todos os seus filiados, profissionais da educação e suas Famílias uma Feliz Páscoa.
Renovação e Resistência!
Que acima de tudo esse momento renove nossas energias para as batalhas que estão por vir, pelas lutas que estarão a serem travadas em tempos tão difíceis.
Uma Feliz Páscoa a todos.
5 de abril de 2017
PROFESSORES DO ESTADO NÃO ACEITAM AMEAÇAS DO GOVERNO DO ESTADO E MANTÉM GREVE
AO INVÉS DE TRAZER SOLUÇÕES PARA O FIM DA GREVE, A SEDUC VEM À PARAUAPEBAS AMEAÇAR OS EDUCADORES
Assembleia no dia 04/04/2017, educadores da rede estadual decidiram manter a greve
Não é de hoje que os educadores e estudantes reclamam a falta de assistência educacional por parte do Governo do Estado que levou a educação pública do Pará ao abandono total. Falta o básico do básico nas escolas públicas: carteiras, merenda e transporte para atender os estudantes. Os prédios onde funciona o ensino médio estão em péssimas condições, razões justíssimas que motivou a greve na rede estadual de ensino, pois nem os educadores e muito menos os alunos aguentam mais o descaso da SEDUC com a escola pública em nosso município.
É lamentável que depois de 4 horas de reunião com representantes do estado, não tenhamos chegado a um denominador comum. A única alternativa que a SEDUC e SEAD tem para os estudantes e educadores é cortar o ponto dos professores. Isso não é negociação é punição!
Diante de tamanho abuso de poder, o SINTEPP informa que a greve foi mantida na Assembleia do dia 04/04/2017 e convoca a categoria de educadores para resistência e fortalecimento da nossa greve até que o governo reveja a sua posição autoritária.
Mais do que nunca precisamos da união e força da categoria para cobrar do governo Jatene mais respeito com a educação.
O SINTEPP repudia veemente a postura inimiga da diretora da 4 Ure e das diretoras das escolas estaduais Eduardo Angelim, Irmã Dulce e Luis Magno que estão desrespeitando o nosso movimento que é legítimo e justo.
Não vamos nos intimidar com ameaças. Lutar sempre!
Ousar lutar, ousar vencer!
Parauapebas/PA, 04 de abril de 2017.
Raimundo Moura
Coord. Geral SINTEPP
Parauapebas.
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